sábado, 10 de abril de 2010


Novamente, a sensação. Talvez tenha sido constante, mas as pequenas porções de felicidade, anestesiavam-me contra o mal. Uma pressão age sobre mim, eu não consigo me mover. Dentro de mim, esta frio, me sinto despedaçar, arde, sangra, mas continuo aqui, sem poder morrer. A visao esta embaçada, turva, não consigo mover os braços, as mãos, estou em inércia, eu não consigo me mover. Clamando por alguma força que me tire daqui, mas não exergo nada nem ninguém. Novamente, estou no escuro... não enxergo a saida, nem luz, nem nada. Apenas eu estou aqui.

As lascas de pedra encontraram meu coração.

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