quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Tenho um espaço em branco à minha frente. Poderia vomitar todas as minhas dores e angústias ou apenas fazer um barquinho de papel.
Relembrar o que aflinge meu coração, o destruirá ainda mais. Um barquinho de papel, se desfaz fácil pela água. Não há maneira de que faça algo duradouro e que me faça bem todo o tempo? Humana tola, não iluda seu próprio consciente.
Inocente não se pode dizer, amorosa e esperançosa talvez, mas tola parece aplicar-se melhor. Lutará até o fim, mas com tantas espinhos? Sim!
A recompensa se distancia, faz um jogo de espelhos para que você ache que esta perto de ganhar o troféu. Não importa o quanto você ande, corte-se, ultrapasse seus limites. Pode ser que você nunca ganhe.
Mas você não desiste! Humana tola, não iluda seu próprio consciente.

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